quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Tá "se" acabando o ano, que veloz!!!

Chega até nós esta época do ano e - ano após ano - ficamos surpresos fazendo esta afirmação para muita gente, devemos mesmo acreditar nisto?

Cientificamente, sabemos todos, o ciclo do tempo segue um ritmo contínuo, o mesmo em qualquer época do ano, mas a impressão nossa é outra coisa. É como quando vemos o nascer ou o pôr-do-sol, por causa da referência (horizonte, chão) temos a impressão de uma maior rapidez, já quando o céu está lá em cima achamos mais lento.

Mas, para o humano em nós não adianta muito falar em ciência, o que conta é a percepção: e esta é alimentada pelo significado.

É justamente com a significação dos eventos (que nos chegam como dados e informações) que construímos o conhecimento, também fazemos os mitos que são formas suaves de assentar preocupações, agonias de dúvidas e medos...

Fazemos-nos mais velozes no final do ano (não resta dúvida, há prazos, o olhar no calendário nos assusta pela visualização direta da beira do que termina (convenção, é claro) e no mais há festas e momentos profundos de reflexão: então nos apressamos em nos apressar...

Não é de todo ruim, este sentimento de que "o tempo voa" nesta época do ano. Devemos aproveitar para colocar "em dia" tantas coisas que são necessárias ser feitas; também é um momento de preparação para um novo que pode (e deve) acontecer - em breve - na vida de cada um.

Muito mais do que resmungar: procuremos aproveitar a urgência do momento: é sempre pela urgência que se faz uma boa potencialização para a mudança.




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