sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O vento de dezembro quer soprar...

O vento de dezembro quer soprar... E o que você escolherá para si?

Estresse? Cansaço? Obediência aos ditames do consumismo (comprar! Comprar! Comprar! E depois Comprar!)?

Olhe para as pessoas e as veja pelos olhos (chamada de janela da alma).

Dê um sorriso, libere o menino que precisa nascer (na manjedoura mais humilde do coração).

Reveja as agendas e cadernos de anotações, o que fez, o que há ainda por fazer (em todo, calma!) o ano que vem?

Sorria, relaxe, o ano acabou, há outro por vir, você tem que pensar em todos os outros, mas com sinceridade e sem esquecer a você mesmo.

É natal, é ano novo, é tudo que a vida oferece para a renovação. É um novo tempo (que se renova todos os dias).

Pense no “aniversariante”, naquele que veio para trazer e dizer sobre a PAZ.

E que a paz (do Senhor) esteja contigo, a cada dia. Amém!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Tá "se" acabando o ano, que veloz!!!

Chega até nós esta época do ano e - ano após ano - ficamos surpresos fazendo esta afirmação para muita gente, devemos mesmo acreditar nisto?

Cientificamente, sabemos todos, o ciclo do tempo segue um ritmo contínuo, o mesmo em qualquer época do ano, mas a impressão nossa é outra coisa. É como quando vemos o nascer ou o pôr-do-sol, por causa da referência (horizonte, chão) temos a impressão de uma maior rapidez, já quando o céu está lá em cima achamos mais lento.

Mas, para o humano em nós não adianta muito falar em ciência, o que conta é a percepção: e esta é alimentada pelo significado.

É justamente com a significação dos eventos (que nos chegam como dados e informações) que construímos o conhecimento, também fazemos os mitos que são formas suaves de assentar preocupações, agonias de dúvidas e medos...

Fazemos-nos mais velozes no final do ano (não resta dúvida, há prazos, o olhar no calendário nos assusta pela visualização direta da beira do que termina (convenção, é claro) e no mais há festas e momentos profundos de reflexão: então nos apressamos em nos apressar...

Não é de todo ruim, este sentimento de que "o tempo voa" nesta época do ano. Devemos aproveitar para colocar "em dia" tantas coisas que são necessárias ser feitas; também é um momento de preparação para um novo que pode (e deve) acontecer - em breve - na vida de cada um.

Muito mais do que resmungar: procuremos aproveitar a urgência do momento: é sempre pela urgência que se faz uma boa potencialização para a mudança.




sábado, 21 de novembro de 2009

Você tem fome de quê?



A fome sempre foi um indício da necessidade mais básica do ser humano (ou de todos os seres?), sempre revelando desejos, noutras vezes indicando o próprio desenvolvimento cultural da pessoa que a sente, mais do que fome um apetite!

E hoje, com tantos "pratos quentes" a serem servidos no mundo globalizado (oportunidades, crises, comunicação instantânea, promessas de felicidade, dentre tantas outras), você tem fome de quê?

Certamente você já olhou para o seu "estomago emocional" para perceber quem você é (de acordo com o que sente em determinados momentos), mas - provavelmente - nunca examinou a sua "digestão" dentre tantas coisas que lhe são quase que inseridas de forma forçada garganta abaixo...

Na maturidade (qualquer que seja a idade) faz-se necessário participar mais dos processos pessoais e se deixar envolver menos pelo que se nos é oferecido como primordial ou indispensável: é perciso ser mais (do que ter, ou do que fazer instantâneamente, automaticamente...).

Procure ouvir a(s) sua(s) fome(s) e descubra o porquês deste sentir. Aliás sentir é verbo que nos remete ao sentido: e sem um sentido bem determinado não se vive, se fica a esmo por ai como já nos alertava o filósofo grego Sêneca: "Quando um barco não sabe a que porto se dirige, nenhum vento lhe será favorável!".

Seja completo, portanto, sinta a sua fome, sacie-a (com cuidado - e não gula!), faça a correta digestão e para não ficar diferente do processo fisiológico expulse de si o que não lhe é útil.

Conhecer-se e prescrutar a si próprio através de tudo que lhe acontece (na percepção interior e exterior) é o melhor meio de dar um sentido concreto em sua vida: seja você mesmo, dentro dos limites, sob um sentido maior (desenvolva, portanto, a espiritualidade) e busque as soluções ao invés de cultivar (ou ter forme por) problemas. Seja mais!
"Buscai as coisas do alto!" (Colossenses 3,1)



Idéias e convites do Professor Giovanni Colares

Neste espaço virtual busca-se divulgar idéias e fazer convites às reflexões sobre diversos assuntos, principalmente ligados à educação, desenvolvimento pessoal, temas ligados à gestão organizacional (estratégia, marketing, gestão de pessoas) e espiritualidade. É preciso pensar o profissional como um todo, buscando - sempre - fazer conexão com a realidade.