quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

COMUNICAR

COMUNICAR
Giovanni Colares 03/12/2009

No mundo empresarial há um precioso processo que ao mesmo tempo em que traz um grande potencial de desenvolvimento organizacional pode – também – ser uma forte ameaça: trata-se da Comunicação.

Comunicar é tornar comum, é fazer conexões, é colocar elementos próximos uns aos outros, mas mantendo-se a identidade de cada um.

No mercado, as ações de marketing, por exemplo, estão sempre envolvidas com a comunicação. O produto, o preço, o ponto-de-venda (praça) e a promoção comunicam algo ao consumidor. No atendimento, principalmente na transação comercial, a comunicação é um processo que faz a decisão ser tomada de maneira mais fácil, buscando-se a vantagem para ambas as partes, o que se chama de decisão.

Também, a entrega do produto é uma forma de comunicação, pois esta ocorre sob o aspecto do tangível, para isto trabalha-se arduamente com a Logística buscando a melhor relação custo-benefício.

Na comunicação o ruído (interferência na comunicação ou outra comunicação paralela sem sintonia com a original) é a restrição com a qual se deve trabalhar para se obter uma maior eficiência no processo. Não apenas no meio do processo, mas em seu início (emissor) e no final (receptor) ocorrem também, principalmente por conta da significação que pode ser distorcida do objetivo, pois quase sempre é necessária a codificação e decodificação da mensagem.

Devemos estar atentos em todas as atividades da organização (e não apenas no Marketing, como se pode pensar) buscando a comunicação clara, eficiente e objetiva, a significação deve ser pertinente à cultura, sempre adotada como um potencial e não como uma barreira.

Comunicar é preciso, mas é necessário que seja feita da melhor maneira, a cada dia.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O TRABALHO EM EQUIPE

Giovanni Colares_01/12/2009


Um dos grandes desafios para a humanidade sempre foi o de se trabalhar em equipe: ao mesmo tempo em que se trata de uma permanente necessidade.

A escolha de membros para um determinado fazer, certamente, foi o primeiro desafio dos que sentiram – desde a pré-história - que apenas desta maneira venceriam as dificuldades impostas pelo ambiente hostil para a sobrevivência e uma melhor forma de se resolver os problemas de então.

Até hoje, mesmo em um mundo tão repleto de tecnologia e soluções cada vez mais surpreendentes, há a necessidade de formação de equipes e sempre se inicia com a dificuldade de escolher membros de tarefas de forma adequada, de tal modo que haja uma harmonia e rendimento do trabalho a ser feito.

Quando pensamos na organização - como um todo - também temos a visão de que é uma grande equipe, ou mesmo a soma de equipes que devem trabalhar em prol de um propósito comum.

Uma das grandes dificuldades se dá pela falta de uma identificação bem estabelecida (e comunicada corretamente) que facilite a determinação de propósitos e que estabeleça perfis adequados à realidade da cultura organizacional vigente. O que (via de regra) se tem atualmente é uma constante imitação de missão e de visão de grandes empresas, com a qual se pensa estabelecer algum poder de motivação (grande engano!) nos colaboradoras pelo fato de se adotar aquele propósito para a organização. Não se pode apenas acreditar que ao se instituir uma frase altera-se a cultura organizacional...

Nas organizações, o setor que cuida das pessoas (ainda conhecido como Recursos Humanos) tem no bojo de suas preocupações: captar e reter pessoas na empresa, bem como a tarefa de desenvolvê-las no contexto do trabalho requerido, portanto os gestores daquele departamento devem preocupar-se com o aspecto da unidade e da harmonia do conjunto, quer nas equipes, quer em toda a organização.

No mundo de complexidade em que vivemos somos expostos a situações diversas e processos de grandes mudanças nos quais podemos vislumbrar tanto ameaças como oportunidades. Se não estivermos preparados para as mudanças (principalmente pela falta de: percepção; de conhecimento; de proatividade; e de criatividade) acabamos sendo tragados pela imobilidade e perplexidade diante do inesperado, em um mundo empresarial onde impera a concorrência e a urgência é um fator cada vez mais preponderante, podemos sucumbir; empresas novas e antigas são encerradas a cada dia por conta de fatores como este.

Quanto ao desenvolvimento das pessoas nas equipes (temos que – sempre – nos lembrarmos que existem pessoas, pois: equipes, departamentos e as próprias organizações são decorrências do conjunto e do trabalho dos colaboradores), faz-se necessário não apenas treinar as pessoas para atividades ou apenas provê-las de informação; é premente que se desenvolva o conhecimento dos indivíduos (processo de educação) e que se aposte no potencial humano que sempre cresce (e torna-se útil, aplicável) à medida que se investe nesta possibilidade.

Muito mais do que a antiga visão de que as pessoas seriam peças de uma grande máquina com conexões de engrenagens é preciso perceber a configuração orgânica (como a de um organismo) que as organizações (note-se na raiz do nome) desenvolvem hoje em dia com processos de alimentação (e retroalimentação), de comunicação, de sinergia e de crescimento mútuo.

Valorizar a pessoa (cada um) e integrá-la ao processo organizacional é um desafio muito difícil, por certo, mas também traz enormes vantagens. É uma obrigação do gestor de Recursos Humanos (que já se prefere chamar de Gestor de Talentos) buscar apoio de todos (inclusive da alta direção, ou dos proprietários de empresas), reconhecendo o potencial e a possibilidade de cada um. É preciso reconhecer a importância de se manter a unidade na diversidade de talentos e de potenciais que fazem o rico tesouro de toda e qualquer equipe de trabalho, a ser guardado e desenvolvido dia após dia.

Recomendo o artigo
"AS 17 INCONTESTÁVEIS LEIS DO TRABALHO EM EQUIPE "
de JOHN C. MAXWELL, que você encontra
em:
http://www.otimaescolavirtual.com.br/lideranca/Material/AS17INCONTESTAVEISLEISDOTRABALHOEMEQUIPE.doc



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O TRABALHO EM EQUIPE

Giovanni Colares_01/12/2009



Um dos grandes desafios para a humanidade sempre foi o de se trabalhar em equipe: ao mesmo tempo em que se trata de uma permanente necessidade.

A escolha de membros para um determinado fazer, certamente, foi o primeiro desafio dos que sentiram – desde a pré-história - que apenas desta maneira venceriam as dificuldades impostas pelo ambiente hostil para a sobrevivência e uma melhor forma de se resolver os problemas de então.

Até hoje, mesmo em um mundo tão repleto de tecnologia e soluções cada vez mais surpreendentes, há a necessidade de formação de equipes e sempre se inicia com a dificuldade de escolher membros de tarefas de forma adequada, de tal modo que haja uma harmonia e rendimento do trabalho a ser feito.

Quando pensamos na organização - como um todo - também temos a visão de que é uma grande equipe, ou mesmo a soma de equipes que devem trabalhar em prol de um propósito comum.

Uma das grandes dificuldades se dá pela falta de uma identificação bem estabelecida (e comunicada corretamente) que facilite a determinação de propósitos e que estabeleça perfis adequados à realidade da cultura organizacional vigente. O que (via de regra) se tem atualmente é uma constante imitação de missão e de visão de grandes empresas, com a qual se pensa estabelecer algum poder de motivação (grande engano!) nos colaboradoras pelo fato de se adotar aquele propósito para a organização. Não se pode apenas acreditar que ao se instituir uma frase altera-se a cultura organizacional...

Nas organizações, o setor que cuida das pessoas (ainda conhecido como Recursos Humanos) tem no bojo de suas preocupações: captar e reter pessoas na empresa, bem como a tarefa de desenvolvê-las no contexto do trabalho requerido, portanto os gestores daquele departamento devem preocupar-se com o aspecto da unidade e da harmonia do conjunto, quer nas equipes, quer em toda a organização.

No mundo de complexidade em que vivemos somos expostos a situações diversas e processos de grandes mudanças nos quais podemos vislumbrar tanto ameaças como oportunidades. Se não estivermos preparados para as mudanças (principalmente pela falta de: percepção; de conhecimento; de proatividade; e de criatividade) acabamos sendo tragados pela imobilidade e perplexidade diante do inesperado, em um mundo empresarial onde impera a concorrência e a urgência é um fator cada vez mais preponderante, podemos sucumbir; empresas novas e antigas são encerradas a cada dia por conta de fatores como este.

Quanto ao desenvolvimento das pessoas nas equipes (temos que – sempre – nos lembrarmos que existem pessoas, pois: equipes, departamentos e as próprias organizações são decorrências do conjunto e do trabalho dos colaboradores), faz-se necessário não apenas treinar as pessoas para atividades ou apenas provê-las de informação; é premente que se desenvolva o conhecimento dos indivíduos (processo de educação) e que se aposte no potencial humano que sempre cresce (e torna-se útil, aplicável) à medida que se investe nesta possibilidade.

Muito mais do que a antiga visão de que as pessoas seriam peças de uma grande máquina com conexões de engrenagens é preciso perceber a configuração orgânica (como a de um organismo) que as organizações (note-se na raiz do nome) desenvolvem hoje em dia com processos de alimentação (e retroalimentação), de comunicação, de sinergia e de crescimento mútuo.

Valorizar a pessoa (cada um) e integrá-la ao processo organizacional é um desafio muito difícil, por certo, mas também traz enormes vantagens. É uma obrigação do gestor de Recursos Humanos (que já se prefere chamar de Gestor de Talentos) buscar apoio de todos (inclusive da alta direção, ou dos proprietários de empresas), reconhecendo o potencial e a possibilidade de cada um. É preciso reconhecer a importância de se manter a unidade na diversidade de talentos e de potenciais que fazem o rico tesouro de toda e qualquer equipe de trabalho, a ser guardado e desenvolvido dia após dia.